
18 de setembro de 2009
Eu danço, tu danças, nós dançamos.

28 de julho de 2009
W.I.P
23 de junho de 2009
29 de maio de 2009
Vamos falar de furoshiki
As coisas que a gente descobre e aprende.
Há anos que conheço aquela maneira de embrulhar objetos com tecido.
Sempre achei este jeito de embrulhar com pano, uma maneira simples e delicada de mostrar carinho pelo objeto embrulhado. Eu me sentia feliz quando era criança e, na escola, abria a merendeira e encontrava meu lanche embrulhado num paninho de linho todo bordadinho com flores, com todo cuidado e carinho pelo minha mãe.
Lembro que antigamente via trabalhadores com a marmita embrulhada no pano de prato (sempre branquinhos!) com aquele nó bonitinho arrematando!
E nos livros de história, as trouxinhas dos porquinhos também eram de pano.
Quando meus meninos eram pequenos, eu mandava o lanche dentro de um tuperwere, embrulhado no guardanapo. Eram guardanapos grandes e brancos com o nome bordado: Rafael, Felipe, Mariana.
Mas eles cresceram e passaram a lanchar na escola.
Outro dia descobri na net que esta maneira de embrulhar chama-se furoshiki.
Gente, fui lá em cima e voltei.
E eu crentizinha que era coisa de mineiro!
Tem base?

Furoshiki é o nome em japonês para um pedaço de tecido normalmente utilizado para embrulhar e transportar roupas, presentes e, claro, o clássico bento. Saiba um pouco mais sobre essa tradição japonesa, e aprenda a fazer seus próprios embrulhos com o furoshiki. www.cosplayers.net
6 de abril de 2009
Mais linhas que panos!
(imagem retirada da internet)4 de abril de 2009
Tô dentro do horário, né?
- Está sim... Só que é na quinta-feira da outra semana, dia 7.
Fui lá em cima e voltei...
- Se voce puder esperar, o dr. Hélio tem horário às 11 hs.
- Tudo bem, mas vou só tomar uma água e volto na próxima quinta.
Saí de lá, liguei pra Mari e contei a aventura.
- Mãe, num acredito! De novo?!
- Pois é filha, fazer o quê, né?!
Na volta resolvi levar o carro pra lavar.

foto de Magda Rebello
25 de março de 2009
Ok, Papai!
(foto retirada da internet)
19 de março de 2009
No meio do caminho tinha....
O plano era ir ao banco e voltar pra casa para continuar o trabalho mas... no meio do caminho tinha uma livraria, uma loja de tecidos e um boneco de pau!
E voltei pra casa acompanhada!!
Em casa, entre um copo de água e outro comecei a folhear o livro, A Cabana de William P. Young com Pinóquio sentado na mesa entre os tecidos...
Lidas a capa, contracapa e orelhas, entrei no prefácio e me deixei levar pelas palavras do autor que pouco a pouco começavam a desenhar Mack. Antes de começar o primeiro capítulo, estava com uma sensação estranha: afinal estar lendo e com colares para terminar me faziam sentir como se estivesse matando aulas...
O telefone tocou, atendi.
Conversei.
Guardei os panos e, me acomodei no sofá para continuar a leitura!
Hoje decididamente matei a aula.
20 de fevereiro de 2009
Essa crise....
Nós nos vemos todos os dias. Aquele que faz meu coração bater descompassado entra pontualmente às 21 horas (horario de Brasília, claro) e "tecemos" até esgotar os assuntos do dia. Ele me faz companhia enquanto faço os colares: dá um palpite, escolhe uma cor ou faz aquela cara de não estou percebendo, como se estivessemos um do lado do outro no sofá da sala.
Hoje ele mandou-me umas fotos de Duk e Raimundinho.

"Duk e Luca tiveram dois filhotes. Os filhotes ainda não tinham aberto os
olhos e o cachorro do vizinho entrou por um buraco na cerca, atacou e matou Luca, a mãe. Tivemos que amamentá-los com leite especial para cachorros, 10ml de 3 em 3 horas. Eles dormiam enroladinhos em pequenos cobertores e às vezes era preciso colocar a bolsa com água quente para ajudar a aquecê-los. Não tive coragem de cortar a cauda. Um deles, a fêmea, foi vendido . Ficou o macho que fazia graça para o pai e brincava conosco: Raimundinho. No dia seguinte em que ele subiu no telhado, o cachorro do vizinho o atacou também. Até hoje lembramos dele com saudades..."
5 de fevereiro de 2009
Quando voce estava aprendendo a escrever eu fazia poesia
1 de fevereiro de 2009
W.I.P
31 de janeiro de 2009
Azul marinho
Não gosto de praia (óbvio!) - uma vez q não gosto de calor, mas hoje sinto vontade de estar deitada numa rede, olhando o mar. Queria sentir o vento e o cheiro do mar. Simplesmente olhar o horizonte azul, sem começo nem fim. Aquele azul que a gente não consegue explicar: azul marinho.
É.
O azul do mar é azul marinho.

PANOAMANO é:
Um lugar especial para contar um pouco de mim: as coisas que gosto, as coisas que sei e também aquelas que não gosto e o que ainda não sei .
Meus panos coloridos, retalhos bordados, pontos inventados na hora e, as letras desenhadas ao sabor da imaginação.
PANOAMANO é a minha maneira de enfeitar o cotidiano!"
