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11 de julho de 2011

Semana Nova



Semana nova com filho do meio em casa, depois de 10 anos do México - é muito bom estar com ele de volta! Ele ainda está meio mexicano e, quando fala troca o mesmo por "aun" e por ai vai.
À noite vamos buscar a Mari no escritório e quando ele não vai ela pergunta: - Ué, cadê o vadio? e nós duas caímos na risada.
A rotina das manhãs mudou e passei a fazer a comidinha
de mãe pro filhote. Assim almoçamos juntos e depois do almoço ele (às vezes) me presenteia lavando a louça. Depois faz o café - não sabia q o Lipo gostasse tanto de café! Depois ele vai pra academia e eu vou pro atelier trabalhar.
Cada dia me convenço mais que tudo tem sua hora. Não adianta a gente ficar impaciente, andando de um lado pro outro, arrancando os cabel
os.... Não resolve nada! E o pior é ainda tento ensinar a Deus como fazer as coisas! Poxa, ele é Deus!!!
Ele sabe a hora certa pra tudo!
Obrigada, Senhor, por ter trazido o Lipo pra casa!



19 de janeiro de 2010

No dia em que soprei velinhas.


Mais um aniversário.
Tem gente que não gosta.
Eu adoro!
Eu sei que o tempo está passando, tem "coisas" caindo mas, e dai?
Não sei se terei outros aniversários, então que este seja bem comemorado!
É mais uma oportunidade que estou recebendo para aprender, para sonhar, para perdoar, para reconhecer que sou perecível e tenho data de validade.
Reconhecer que ficar guardando pequenas raivas, desilusões, dissabores não vão me levar à parte alguma, pelo contrário, são cargas insurportáveis!
Chega!
Estou perdoando todos que me magoaram e pedindo perdão à todos que magoei.
Quero outro aniversário! Muitos!
E presentes como estes que a filhota me deu: o pequeno carrossel me trouxe lembranças da minha infância querida que os tempos não trazem mais e, a gaiola com sua janelinha sempre aberta para que eu nunca esqueça que a liberdade é um bem precioso!




20 de fevereiro de 2009

Essa crise....

Hoje estava conversando com aquele que faz meus olhos brilharem e descobrimos que passamos pela crise dos sete anos de casados sem arranhões. Não discutimos diariamente nossa relação, não fazemos cobranças... nada! Pudera! Ele em Portugal e eu aqui. Talvez por isso nosso casamento esteja dando tão certo. Sei de casais que vivem em casas separadas e cuja relação está cada vez melhor, que dirá então de casais que vivem em países diferentes? Melhor impossível!
Nós nos vemos todos os dias. Aquele que faz meu coração bater descompassado entra pontualmente às 21 horas (horario de Brasília, claro) e "tecemos" até esgotar os assuntos do dia. Ele me faz companhia enquanto faço os colares: dá um palpite, escolhe uma cor ou faz aquela cara de não estou percebendo, como se estivessemos um do lado do outro no sofá da sala.
Hoje ele mandou-me umas fotos de Duk e Raimundinho.
Ah, Raimundinho! Depois do banho e da massagem, que eu chamava shiatsu (rss), deixava-se entregue à Morfeu. Dormia no sofá, entre o encosto e assento, como se fosse sua propriedade!
E no dia em que estávamos no sitio e sentimos sua falta:
- Cadê o Raimundinho?
E procura daqui e dali, vai lá fora, vai lá dentro, sobe, desce, grita e quando eu já estava com os olhos rasos de água.... quem eu vejo em cima do telhado, balaçando o rabinho?
- Raimundinho?!
- Ah, seu maluquinho!
- Como foi parar ai?
- Se ainda fosse um gato, tudo bem...
- Mas você é um york com excelente pedigree!
- Ah, menino!!

"Duk e Luca tiveram dois filhotes. Os filhotes ainda não tinham aberto os
olhos e o cachorro do vizinho entrou por um buraco na cerca, atacou e matou Luca, a mãe. Tivemos que amamentá-los com leite especial para cachorros, 10ml de 3 em 3 horas. Eles dormiam enroladinhos em pequenos cobertores e às vezes era preciso colocar a bolsa com água quente para ajudar a aquecê-los. Não tive coragem de cortar a cauda. Um deles, a fêmea, foi vendido . Ficou o macho que fazia graça para o pai e brincava conosco: Raimundinho. No dia seguinte em que ele subiu no telhado, o cachorro do vizinho o atacou também. Até hoje lembramos dele com saudades..."

PANOAMANO é:

Um lugar especial para contar um pouco de mim: as coisas que gosto, as coisas que sei e também aquelas que não gosto e o que ainda não sei .

Meus panos coloridos, retalhos bordados, pontos inventados na hora e, as letras desenhadas ao sabor da imaginação.

PANOAMANO é a minha maneira de enfeitar o cotidiano!"